stetho perguntas

O que e Rubéola?

É uma doença viral benigna que atinge geralmente as crianças entre 5 e 9 anos e manifesta-se em 50% dos casos por uma síndrome infecciosa moderada.
No entanto, é um diagnostico urgente: a gravidade da doença reside na contaminação por via placentária do feto no decurso da primo-infecção da mulher grávida nos 3 primeiros meses de gravidez.
Todo ano nascem crianças com Rubéola congênita (adquirida no útero da mãe) com sintomas e malformações neurológicas (surdez, cegueira).

Como reconhecer a doença?

Os sintomas aparecem em volta de 2 semanas após a contaminação e são a maioria das vezes moderadas: febre inferior a 39º , dores musculares, linfonodos e manchas vermelhas na face descendo no corpo inteiro, desaparecendo em alguns dias.

Transmissão da doença:

Incubação: 7a14 dias, transmissão por via aérea, pelo contato com secreções de pessoas infectadas e por via placentária, doença contagiosa 8 dias antes e 8 dias após o exantema cutâneo.

Prevenção pela Vacinação

No Calendário brasileiro de Vacinação atual está prevista a aplicação da "dupla viral" ou SR (adicionalmente, o vírus da caxumba),ou "tríplice viral", (SRC ou MMR: rubéola, caxumba e sarampo) para crianças em duas doses, a primeira aos doze meses e a segunda entre 4 e 6 anos. A vacina também está disponível nos Centros Municipais de Saúde para adolescentes e adultos (mulheres até 49 anos e homens até 39 anos). Em razão do risco de rubéola congênita, a vacinação é particularmente importante para mulheres em idade fértil, mesmo as que tenham história de "rubéola" sem comprovação sorológica da infecção. Embora o risco de teratogênese (mal-formações congênitas) com o vírus vacinal pareça ser pequeno, a gravidez deve ser evitada durante, pelo menos, os 30 dias seguintes à aplicação da vacina.

Fontes:
1.Institut de Veille Sanitaire. (Direction Générale de la Santé République Française.)
2.CIVES-UFRJ
3. OMS.







Vacina contra febre amarela:

A Febre Amarela,cujo vírus é transmitido por picada de mosquito da espécie AEDES AEGYTI pode ser prevenida pela vacinação disponível a principio em todos os centros municipais de saúde (http://cives.ufrj.br) e mais particularmente:
rua México numero 128,térreo, tel: 021 2240 2768
de segunda a sexta das 10h às 11h e de 14h às 15h,

Para ser eficaz a vacinação deve ser feita 10 dias antes da viajem e é válida para 10 anos, em 5% dos casos observa-se efeitos colaterais 5 a 10 dias após a aplicação com reação local freqüente.

Em caso de emergência para viajem, existe um posto de vacinação no Aeroporto du Galeão, Antônio Carlos Jobim, de segunda a sexta das 8h às 17h,
tel: 021 3398 3040/3042

ATENÇÃO ÁS CONTRA-INDICAÇÕES absolutas e relativas:

• bebe de menos de 1 ano.
• grávidas, ou lactantes.
• todas as síndromes de imunodeficiência associadas a uma doença ou um tratamento.
• alergia a gema de ovo, a eritromicina, ou a própria vacina.
• vacina há menos de 1 mês contra sarampo,catapora, rubéola, colera.
• febre.
• evitar gravidez no mês posterior a vacinação.

As regiões endêmicas (onde há possibilidade de transmissão do vírus enquanto o vetor Aedes Aegipti não estiver erradicado) nas zonas urbanas e rurais no Brasil, são numerosas ( consultar o site http://www.cives.ufrj.br), cuidado em 2005 nas cidades de Belo-horizonte (MG) e Brasília (DF).
Si você viaja para África, Colômbia, Bolívia, Goiana Francesa e outros paises da América Do Sul e da ASIA, cuidado com a exigência da vacina na ida e, sobretudo na volta. (www.cives.ufrj.br/informacao/fam/re9.html).

 

 

spacer2